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sexta-feira, 23 de junho de 2017

O que precisamos fazer quando faltar a fé e a oração?!!!

 O que precisamos fazer quando faltar a fé e a oração?!!!
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
Faça uma reflexão da fé por meio de uma narrativa do Evangelho de São Marcos

O Evangelho de São Marcos, capítulo 9, versículos de 14 a 29, coloca-nos diante de um pai desesperado, alguém que já esgotou todos os recursos para ver o filho curado e liberto. Desde criança, este é oprimido por um demônio que causava nele uma terrível epilepsia.

A falta de fé do pai levou-o a procurar todo tipo de ajuda em muitos lugares, mas, agora, ele estava diante de Jesus, Aquele que, de fato, poderia curá-lo.

Aflito, o pai diz ao Senhor: “Se podes fazer alguma coisa, tem piedade de nós e ajuda-nos” (v. 22). Esse modo de falar revela a atitude de alguém que já está prestes a desistir, revela desespero e não fé. Por isso, Jesus o exorta: “Se podes! Tudo é possível para quem tem fé!” (v. 23).

Então, o pai, com humildade, reconhece sua falta de fé e pede socorro. Na verdade, não é só o filho que precisa de ajuda, mas também o genitor. Jesus vem em auxílio deles, liberta o filho e devolve a fé àquele pai.
Fé e oração caminham juntas?

Dessa forma, o Senhor revela duas realidades fundamentais para quem quer viver liberto: fé e oração.

No tempo em que vivemos, só é possível sobreviver se tivermos fé e se mantivermos uma constância na oração. Não existe outro modo.

Jesus é Aquele que, de fato, pode trazer uma solução às realidades mais difíceis e para isso é preciso ter fé. Se não recorrermos a Ele, as coisas vão ficando cada vez mais difíceis. O bom é que sempre podemos recorrer ao Senhor.

Não podemos ter medo de assumir, diante de Jesus, nossa falta de fé e pedir que Ele a aumente; isso é sinal de humildade e desejo sincero de mudança. E fé aqui não é apenas crer em Jesus, mas crer também naquilo que Ele pode fazer, visto que Ele realmente pode!

O caso desse filho é uma situação de muito sofrimento não somente para ele, mas para o próprio pai. Não sei se você conhece alguém que sofreu algum tipo de crise epiléptica, é muito doloroso para quem está tendo a crise e desesperador para quem está ali próximo tentando ajudar. Se a pessoa não tem um pouco de instrução de como lidar com essa situação, realmente fica difícil fazer alguma coisa. Nesse caso narrado pelo Evangelho, a causa da epilepsia estava vinculada a um ataque do demônio, isso agrava ainda mais a situação para o pai, que, muito provavelmente, tenha sido alvo de zombaria e desprezo por parte das pessoas que estavam ali apenas para ver o “espetáculo”. A atitude de Cristo foi a de libertar o filho e devolver a alegria para o genitor. Jesus agiu de maneira muito respeitosa para com a situação, e, na verdade, o fez porque teve compaixão, viu o sofrimento daquele jovem e de seu pai.
Confie em Deus

A fé que o Senhor nos exorta a ter é uma atitude de confiança n’Ele e, ao mesmo tempo, uma atitude de misericórdia e compaixão para com aquele que sofre. Foi por isso que Ele afirmou que alguns demônios só são expulsos pela oração, ou seja, por uma intimidade e confiança em Deus. Quando oramos, depositamos em Deus nossa confiança e cremos que Ele verdadeiramente pode agir e mudar a situação. É também uma atitude de abandono n’Ele.

Esse Evangelho é um verdadeiro convite de Deus, para que renovemos nossa confiança e fé n’Ele, e também um convite para uma vida de oração mais intensa e verdadeira.

Deus abençoe você e aumente sua fé!

Padre Clovis
Sacerdote da Comunidade Canção Nova

Evangelho do Dia: (Mt 11,25-30) - sexta-feira, 23 de junho de 2017!!!

 Evangelho do Dia: (Mt 11,25-30) - sexta-feira, 23 de junho de 2017!!!
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.

Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Papa: um padre deve ter paixão, discernimento e denúncia!!!


Papa: um padre deve ter paixão, discernimento e denúncia!!!

Cidade do Vaticano (RV) – Um pastor deve ser apaixonado, deve saber discernir e deve saber também denunciar o mal. Foi o que disse o Papa Francisco na missa celebrada na manhã de quinta-feira (22/06) na Casa Santa Marta.

Em sua homilia, o Pontífice se inspirou na Primeira Leitura, extraída da Carta de São Paulo aos Coríntios, para falar de três características de um pastor.

A primeira qualidade, indicou ele, é ser um pastor “apaixonado”, a ponto de dizer à sua gente, ao seu povo: ‘Sinto por vós um amor ciumento semelhante ao amor divino”. É “divinamente ciumento”, comentou o Papa.

Uma paixão, portanto, que se torna quase “loucura”, “insensatez” pelo seu povo. “E isso – acrescentou – é aquela característica que nós chamamos de zelo apostólico: não se pode ser um verdadeiro pastor sem este fogo por dentro”. Já a segunda característica do sacerdote é “um homem que sabe discernir”:

“Sabe que na vida tem a sedução. O pai da mentira é um sedutor. O pastor, não. O pastor ama. Ama. Ao invés, a serpente, o pai da mentira, é um sedutor. É um sedutor que tenta afastar da fidelidade, porque aquele ciúme divino de Paulo era para levar o povo a um único esposo, para manter o povo na fidelidade ao seu esposo. Na história da salvação, nas Escrituras muitas vezes encontramos o afastamento de Deus, as infidelidades ao Senhor, a idolatria, como se fossem uma infidelidade matrimonial”.

A segunda característica, portanto, é que saiba discernir: “discernir onde existem perigos, onde estão as graças… onde está a verdadeira estrada”. Isso “significa que o pastor sempre acompanha as ovelhas: momentos belos e também nos momentos difíceis, inclusive nos momentos da sedução, com a paciência os leva ao redil”. Já a terceira característica é a “capacidade de denunciar”:

“Um apóstolo não pode ser um ingênuo: ‘Ah, está tudo bem, vamos para frente, ok?, está tudo bem … Façamos uma festa, todos … tudo se pode …’. Porque há a fidelidade ao único esposo, a Jesus Cristo, a defender. E ele sabe condenar: aquela concretude, dizer ‘isso não’, como os pais dizem ao filho quando começa a engatinhar e vai na tomada para colocar o dedo: ‘Não, isso não! É perigoso!’. Mas me veem à mente tantas vezes aquele ‘tuca nen’ (não toque em nada) que os meus pais e avós me diziam naqueles momentos em que havia um perigo”.

O Bom Pastor – disse ainda o Papa – sabe denunciar, "com nome e sobrenome”, como fazia São Paulo. Francisco então recordou sua recente visita às cidades italianas de Bozzolo e Barbiana, aos túmulos dos sacerdotes Pe. Milani e Pe. Mazzolari. De modo especial, recordou o que dizia Pe. Milani quando ensinava os jovens:

“I care. Mas o que significa? Explicaram-me que, com isso, ele queria dizer ‘eu me importo’. [Pe. Milani] ensina que as coisas deveriam ser levadas a sério, contra o slogan daquele tempo que [era] ‘eu não me importo’, mas disse em outra linguagem, que eu não ouso dizer aqui. E assim ensinava os jovens a irem avante. Cuide: cuide de sua vida e 'isso não'!’”

Portanto, saber denunciar “o que vai contra a sua vida”. E muitas vezes, disse, “perdemos esta capacidade de condenar e queremos levar avante as ovelhas um pouco com aquela ‘bondade’ que não é ingênua”, mas faz mal. Aquela “bondade” para atrair a admiração ou o amor dos fiéis "deixando que façam”.

Resumindo: “O zelo apostólico de Paulo, apaixonado, zeloso, é a primeira característica. O homem que sabe discernir porque conhece a sedução e sabe que o diabo seduz é a segunda característica. E um homem com capacidade de condenar as coisas que fazem mal às suas ovelhas é a terceira caraterística”. O Papa então concluiu com uma oração “por todos os pastores da Igreja, para que São Paulo interceda diante do Senhor, para que todos nós pastores possamos ter essas três característica para servir o Senhor”.
FONTE:RÁDIO VATICANA

quarta-feira, 21 de junho de 2017

'Ajudaram a superar AVCs do meu filho', diz idosa sobre músicas de Padre Fábio!!!

 'Ajudaram a superar AVCs do meu filho', diz idosa sobre músicas de Padre Fábio!!!
Idosa saiu de São Paulo para ver de perto o padre-cantor no Parque do Povo
Padre Fábio de Melo encantou o público que lotou o Parque do Povo na noite dessa terça-feira (20)

As músicas cantadas pelo Padre Fábio de Melo ajudaram Maria de Lourdes Barbosa da Silva, de 68 anos, a superar os três AVCs sofridos pelo filho. No show do sacerdote na terça-feira (20), em Campina Grande, no Agreste da Paraíba, ela disse que realizou um sonho de ver de perto o intérprete das canções que a ajudaram enquanto ela estava com o filho no hospital.

Maria de Lourdes mora em Aparecida do Norte, em São Paulo, mas só conseguiu ver o padre de perto pela primeira vez na noite de terça-feira. "Eu só tenho o que agradecer, porque as músicas dele me emocionam e foram a base para eu aguentar todos os AVCs que meu filho teve. Hoje, ele está vivo e com 42 anos. Mas consegui superar quando orava cantando as músicas dele", explicou a dona de casa. Ela foi ao show ao lado da irmã, Luzia Leitão Barbosa, de 62 anos, que falou da admiração por Fábio de Melo: "a palavra de Deus quando dita por ele fica mais forte".
Germana da Silva Diniz e irmã Joilma Azevedo colecionam show de Padre Fábio de Melo em Campina Grande (Foto: Kamylla Lima/G1)

Amigas colecionam shows
Enquanto as irmãs assistiam pela primeira vez ao show, as amigas Germana da Silva Diniz, de 45 anos, e Irmã Joilma Azevedo, de 43 anos, colecionam momentos nas apresentações do padre na Paraíba. Germana foi ao primeiro show dele em Campina Grande, em 1998, quando ele ainda era seminarista. "Foi um encontro da Renovação Carismática Católica. Ele ainda nem era conhecido e depois de ouvir o testemunho dele eu me converti. De lá para cá, não perdi nenhum show e tenho todos os CDs", lembra.

Já a Irmã Joilma Azevedo, que é filha da Caridade São Vicente de Paula revelou que acompanha Fábio de Melo há 17 anos em Campina Grande. Para ela, o show dele durante o período junino preserva a tradição católica inerente à festa. A freira disse que muitas pessoas só vão ao Parque do Povo na noite católica e não comparecem nos outros dias.

Forró e música popular no repertório
Durante o show - que teve transmissão em libras -, o Padre fez um repertório que mesclou clássicos do forró tradicional, a exemplo de canções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos, como também cantou o sucesso "Trem Bala", de Ana Vilela, e os grandes sucessos da carreira dele. Fábio de Melo tocou por duas horas no Parque do Povo.

O padre agradeceu a oportunidade de participar por mais um ano do Maior São João do Mundo. "É bom ter a oportunidade de trazer minhas convicções religiosas de forma respeitosa. Para mim, é uma responsabilidade feliz ser um instrumento de fé [para milhares de pessoas durante o show]. Tenho a oportunidade de levar o bem sem preconceitos e usando a verdadeira espiritualidade". 
Parque do Povo ficou lotado (Reprodução/TV Junina)

G1 PB

terça-feira, 13 de junho de 2017

Evangelho do Dia: (Mt 5,13-16) - terça-feira, 13 de junho de 2017!!!

 Evangelho do Dia: (Mt 5,13-16) - terça-feira, 13 de junho de 2017!!!
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— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens.

Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lâmpada e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim num candeeiro, onde ela brilha para todos os que estão em casa. Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Primeiro Dia Mundial dos Pobres: caridade e solidariedade!!!


Primeiro Dia Mundial dos Pobres: caridade e solidariedade. Tema: «Não amemos com palavras, mas com obras»


Foi publicada, na manhã desta terça-feira (13/6), no Vaticano, a Mensagem do Papa para o Primeiro Dia Mundial dos Pobres, que tem como tema: «Não amemos com palavras, mas com obras».

O Dia Mundial dos Pobres foi instituído por Francisco, na conclusão do Ano Santo extraordinário da Misericórdia, com uma Carta Apostólica intitulada “Misericórdia e mísera”. A celebração, sinal concreto” do Ano Jubilar, se realizará no XXXIII Domingo do Tempo Comum, que este ano cai em 19 de novembro.

O Papa inicia sua Mensagem, com a citação evangélica do tema central: «Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade».

Estas palavras do apóstolo São João – diz Francisco – são um imperativo do qual nenhum cristão pode prescindir. A importância do mandamento de Jesus, transmitido pelo “discípulo amado” até aos nossos dias, tem pleno sentido diante das palavras vazias que saem da nossa boca.

O amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres. Aliás, é bem conhecida a forma de amar do Filho de Deus: “Ele nos amou primeiro, a ponto de dar a sua vida por nós”.

Deste modo, a misericórdia, que brota do coração da Trindade, se concretiza e gera compaixão e obras de misericórdia pelos irmãos e irmãs mais necessitados.

Neste sentido, o Santo Padre fez diversas referências da vida de Jesus, que ecoou, desde o início, na primeira Comunidade eclesial, que assumiu a assistência e o serviço aos pobres, com base no ensinamento do Mestre, que proclamou os pobres “bem-aventurados e herdeiros do Reino dos Céus”.

Contudo, aconteceu que alguns cristãos não deram a devida atenção a este apelo, deixando-se contagiar pela mentalidade mundana. Mas, o Espírito Santo soprou sobre muitos homens e mulheres que, de várias formas, dedicaram toda a sua vida ao serviço dos pobres.

O Papa recordou que, nestes Dois mil anos, numerosas páginas da história foram escritas por cristãos que, com simplicidade e humildade, se colocaram a serviço dos seus irmãos mais pobres.

Aqui, citou alguns nomes que mais se destacaram na caridade, como São Francisco de Assis, testemunha viva de uma pobreza genuína.

O Santo Padre lembra que, para os cristãos, discípulos de Cristo, a pobreza é, antes de tudo, uma vocação; é seguir Jesus pobre; é o metro para avaliar o uso correto dos bens materiais.

O nosso mundo, muitas vezes, não consegue identificar a pobreza dos nosso dias, com suas trágicas consequências: sofrimento, marginalização, opressão, violência, torturas, prisão, guerra, privação da liberdade e da dignidade, ignorância, analfabetismo, enfermidades, desemprego, tráfico de pessoas, escravidão, exílio e miséria. A pobreza é fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada!

Diante deste cenário, não se pode permanecer inertes e resignados, afirmou Francisco. Todos estes pobres – como dizia o Beato Paulo VI – pertencem à Igreja por “direito evangélico” e a obriga à sua opção fundamental.

Por isso, o Papa conclui sua Mensagem para o Dia Mundial dos Pobres convidando toda a Igreja a fixar seu olhar, neste dia, a todos os estendem suas mãos invocando ajuda e solidariedade.

Que este Dia sirva de estímulo para reagir à cultura do descarte, do desperdício e da exclusão e a assumir a cultura do encontro, com gestos concretos de oração e de caridade, para uma maior evangelização no mundo. Os pobres – diz por fim Francisco - não são um problema, mas “um recurso para acolher e viver a essência do Evangelho”. (MT)
Cidade do Vaticano (RV) 

quinta-feira, 8 de junho de 2017

CONFIRA O EVANGELHO DE HOJE(08/06), HOMILIA E SUA REFLEXÃO!!!


CONFIRA O EVANGELHO DE HOJE(08/06), HOMILIA E SUA REFLEXÃO!!!
5ª-feira da 9ª Semana do Tempo Comum
Cor: Verde
Evangelho - Mc 12,28b-34

Amarás o Senhor teu Deus.
Amarás o teu próximo.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Marcos 12,28b-34

Naquele tempo:
28bUm mestre da Lei,
aproximou-se de Jesus e perguntou:
'Qual é o primeiro de todos os mandamentos?'
29Jesus respondeu:
'O primeiro é este: Ouve, ó Israel!
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
30Amarás o Senhor teu Deus
de todo o teu coração, de toda a tua alma,
de todo o teu entendimento e com toda a tua força!
31O segundo mandamento é:
Amarás o teu próximo como a ti mesmo!
Não existe outro mandamento maior do que estes'.
32O mestre da Lei disse a Jesus:
'Muito bem, Mestre! Na verdade, é como disseste:
Ele é o único Deus e não existe outro além dele.
33Amá-lo de todo o coração, de toda a mente,
e com toda a força,
e amar o próximo como a si mesmo
é melhor do que todos os holocaustos e sacrifícios'.
34Jesus viu que ele tinha respondido com inteligência,
e disse: 'Tu não estás longe do Reino de Deus'.
E ninguém mais tinha coragem
de fazer perguntas a Jesus.
Palavra da Salvação.

Reflexão - Mc 12,28b-34
«Não existe outro mandamento maior do que estes»

Hoje, um mestre da Lei pergunta a Jesus: «Qual é o primeiro de todos os mandamentos?» (Mc 12,28). A pergunta é capciosa. Em primeiro lugar, porque tenta estabelecer um ranking entre os diversos mandamentos; e, em segundo lugar, porque a pergunta se centra na Lei. É claro, trata-se da pergunta de um mestre da Lei.

A resposta do Senhor desmonta a espiritualidade daquele «mestre da Lei». Toda a atitude do discípulo de Jesus Cristo relativa a Deus fica resumida a um ponto duplo: «Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração» e «e amarás teu próximo como a ti mesmo» (Mc 12,31). O comportamento religioso fica definido na sua relação com Deus e com o próximo; e o comportamento humano, na sua relação com os outros e com Deus. Diz com outras palavras Santo Agostinho: «Ama e faz o que queiras». Ama a Deus e ama os outros, e o resto das coisas será conseqüência desse amor em plenitude.

O mestre da Lei entende-o perfeitamente. E indica que amar a Deus com todo o coração e aos outros como a si próprio «supera todos os holocaustos e sacrifícios» (Mc 12,33). Deus está esperando a resposta de cada pessoa, a entrega plena «de todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com toda a tua força» (Mc 12,30) a Ele, que é a Verdade e a Bondade, e a entrega generosa aos outros. Os «sacrifícios e oferendas» apenas fazem sentido na medida em que sejam expressão verdadeira deste duplo amor. E pensar que por vezes utilizamos os “pequenos mandamentos” e “os sacrifícios e oferendas” com uma pedra para criticar ou ferir o outro!

Jesus comenta a resposta do maestro da Lei com um «não estás longe do Reino de Deus» (Mc 12,34). Para Jesus Cristo ninguém que ame os outros acima de tudo está longe do reino de Deus.

O MANDAMENTO MAIS IMPORTANTE Mc 12,28b-34
HOMILIA

Qual é o mais importante de todos os mandamentos da Lei? Partimos do princípio de que os escribas eram intelectuais, conhecedores profundos e pormenorizados dos textos da Lei de Moisés. A ser assim, não havia nenhuma razão para perguntar a Jesus sobre qual seria o maior mandamento. Por outro lado Jesus olhando bem para ele, poderia até se questionar como é possível, este homem sendo doutor da Lei não saber qual era o maior. Mas tudo bem: Escuta Israel! O Senhor, vosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua mente e com todas as tuas forças. E o segundo mais importante é este: Amarás próximo como a ti mesmo. Não existe outro mandamento mais importante do que esses dois.

Jesus, fazendo uma análise da figura deste escriba, e pelo seu interesse, chega a conclusão de que ele não está longe do Reino de Deus. Pelos detalhes, esta narrativa assemelha-se à cena do jovem rico (Mc 10,17-22), ao qual apenas faltou dar tudo aos pobres e seguir Jesus. Ao escriba faltava romper seus laços com as doutrinas e observâncias legais.

E para ti o que falta? Que barreiras deves romper para seguir e adorares ao Deus Único e verdadeiro? Saiba que a expressão da sua adesão ao amor de Deus não é o culto religioso, não é a observância do domingo, cumprimento de liturgias, mas sim o amor concreto e solidário ao próximo, que se resumem no: amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a ti mesmo.

Nesta resposta de Jesus vemos duas realidades: A relação do homem com Deus e do homem com o próximo, para depois voltarem os dois para Deus, o princípio e o fim do homem. Portanto o segundo mandamento completa o primeiro e que, em conjunto, resumem toda a lei e todos os profetas. Sendo assim, Jesus explica ao escriba a impossibilidade que existe em cumprir o primeiro mandamento sem o segundo.

Para João não é possível amar a Deus, que não vemos, se não amarmos o nosso próximo a quem vemos. Se a assim for, não passamos de mentirosos. Porque Deus é amor e quem o ama deve amar o irmão. Logo, os dois mandamentos se abraçam e se completam. Este é o modelo que o próprio Evangelho nos apresenta na relação amistosa entre Jesus e o escriba, pois ambos se elogiam reciprocamente. Nisto consiste o amor: no reconhecimento de uma recíproca igualdade e numa mútua e perpétua fidelidade. É assim com amor: dá e recebe como Jesus. N’Ele está constantemente a cumprir-se o tudo, dar de Deus ao mundo no Filho e o tudo receber por parte do Filho para tudo dar ao Pai nos seus irmãos.

A fé pregada por Jesus apóia-se em dois pilares: o amor a Deus e o amor ao próximo. Isto é o essencial. Tudo o mais é complemento, e pode ser relativizado. Quem ama a Deus, recusa toda forma de idolatria, não aceitando ser subjugado por nenhum outro Absoluto fora dele. Quem ama o próximo, põe freios ao seu egoísmo, de modo a jamais desejar-lhe o mal, ou a fazer algo que possa prejudicá-lo.

Ante a sábia resposta do Verdadeiro Mestre, assim como o mestre da Lei, no diálogo com Jesus enxergou e afirmou que o amor a Deus e ao próximo supera todos os holocaustos e sacrifícios, que também eu possa ver e reconhecer nEle o caminho, a verdade e a vida, que me aproximam cada vez mais do Reino e da Casa do meu Pai que está no Céu.
Fonte http://homilia.cancaonova.com/

quarta-feira, 7 de junho de 2017

FESTA DE CORPUS CHRISTI. CONFIRA A PAUTA DA ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO!!!

FESTA DE CORPUS CHRISTI. CONFIRA A PAUTA DA ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO!!!

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07:00h
MISSA E EXPOSIÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO PARA A ADORAÇÃO

08:00h às 08:30h
Religiosos, Religiosas e Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística

08:30h às 09:00h
MEJ, Mejinho, Infância Missionária e Pastoral Litúrgica

09:00h às 09:30h
Catequese, Escoteiros Santo Inácio de Loyola e Escola Estadual Barão de Mipibu.

09:30h às 10:00h
Instituto Pio XII

10:00h às 10:30h
Segue-me e Escolas Municipais: Prof. Severino Bezerra de Melo e Prof.a Eusa de Melo Palhano

10:30h às 11:00h
EJAC e Escolas Estaduais: Prof. Francisco Barbosa e Hilton Gurgel de Castro - CAIC

11:00h às 11:30h
Movimento Franciscano Portadores da Paz, Fé e Luz

11:30h às 12:00h
Comunidade Católica Shalom, Comunidade Magnificat e Comunidade Boa Nova

12:00h às 12:30h
Pastoral Universitária, Pastoral Irmãos de rua, Grupo de Dança Passus

12:30h às 13:00h
Pastoral da Juventude e Pastoral do Esporte

13:00h às 13:30h
Pastoral Familiar (ECC)

13:30h às 14:00h
Terço dos Homens e Grupo de Oração N. S. de Fátima

14:00h às 14:30h
Apostolado da Oração e Irmandade de São José

14:30h às 15:00h
Movimento Apostólico da Mãe Peregrina

15:00h às 15:30h
PASCOM e Coroinhas

15:30h às 16:00h
Fraternidade Mons. Antônio Barros e Pastoral do Dízimo

16:00h às 16:30h
Ministérios de Música da Paróquia e Músicos em Geral

17h


SANTA MISSA SOLENE SEGUIDA DE PROCISSÃO

ORNAMENTAÇÃO DAS RUAS

RUA
RESPONSÁVEIS


Praça Mons. Paiva – Frente do Centro Pastoral
Past. da Juventude, Grupo de Dança Passus, Mov. Franciscano Portadores da Paz


Rua Jaime Sales (Correios) até a entrada da Rua Barão de Mipibu
Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, Pastoral Familiar (ECC), Grupo de Oração N. S. de Fátima, Mãe Peregrina e Past. do Dízimo

Rua Barão de Mipibu
PASCOM, Infância Missionária, Fé e luz, Segue-me e Coroinhas

Rua Coronel Trajano
EJAC, Terço dos Homens, Irmandade de São José e Pastoral do Esporte

Praça Des. Celso Sales
Fraternidade Mons. Antônio Barros, Pastoral Universitária, Pastoral Irmãos de rua, Catequese e Escoteiros

Frente da Matriz
Com. Cat. Shalom, Com. Magnificat, Com. Boa Nova, Filhos de Sant’Ana, MEJ e Mejinho.

FONTE: PASCOM MIPIBU

CONFIRA O EVANGELHO DE HOJE(07/06), SUA HOMILIA E REFLEXÃO!!!


CONFIRA O EVANGELHO DE HOJE(07/06), SUA HOMILIA E REFLEXÃO!!!
4ª-feira da 9ª Semana do Tempo Comum
7 de Junho de 2017
Cor: Verde

Evangelho - Mc 12,18-27

Ele não é Deus de mortos, mas de vivos!

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 12,18-27

Naquele tempo:
18Vieram ter com Jesus alguns saduceus,
os quais afirmam que não existe ressurreição
e lhe propuseram este caso:
19'Mestre, Moisés deu-nos esta prescrição:
'Se morrer o irmão de alguém, e deixar a esposa sem filhos,
o irmão desse homem deve casar-se com a viúva,
a fim de garantir a descendência de seu irmão.'
20Ora, havia sete irmãos:
o mais velho casou-se, e morreu sem deixar descendência.
21O segundo casou-se com a viúva,
e morreu sem deixar descendência.
E a mesma coisa aconteceu com o terceiro.
22E nenhum dos sete deixou descendência.
Por último, morreu também a mulher.
23Na ressurreição, quando eles ressuscitarem,
de quem será ela mulher?
Por que os sete se casaram com ela!'
24Jesus respondeu:
'Acaso, vós não estais enganados,
por não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus?
25Com efeito, quando os mortos ressuscitarem,
os homens e as mulheres não se casarão,
pois serão como os anjos do céu.
26Quanto ao fato da ressurreição dos mortos,
não lestes, no livro de Moisés,
na passagem da sarça ardente, como Deus lhe falou:
'Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó'?
27Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos!
Vós estais muito enganados.'
Palavra da Salvação.
Fonte CNBB

Reflexão - Mc 12,18-27
«Ele é Deus não de mortos, mas de vivos»

Hoje, a Santa Igreja nos põe em nossa consideração —pela palavra de Cristo— a realidade da ressurreição e as propriedades dos corpos ressuscitados. Por conseguinte, o Evangelio narra-nos o encontro de Jesus com os saduceus, os que —por meio de um caso hipotético distorcido— apresentam-lhe uma dificuldade a respeito da ressurreição dos mortos, verdade na qual eles não acreditavam.

Dizem-lhe que, se uma mulher enviuvar sete vezes, «ela será a esposa de qual deles? [dos sete esposos]» (Mc 12, 23). Procuram, desse jeito, ridicularizar a doutrina de Jesus. Mas, o Senhor desfaz a dificuldade expondo que, «quando ressuscitarem dos mortos, os homens e as mulheres não se casarão; serão como anjos no céu» (Mc 12,25).

Assim, nosso Senhor aproveita a circunstância para afirmar a existência da ressurreição, citando o que Deus lhe disse a Moisés no episódio da sarça: «Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó», e acrescenta: «Ele é Deus não de mortos, mas de vivos» (Mc 12,26-27). Jesus lhes reprova quanto estão errados, já que não entendem a Escritura nem o poder de Deus; e ainda mais, esta verdade já estava revelada no Antigo Testamento: assim o ensinaram Isaias, a mãe dos Macabeus, Job e outros.

Santo Agostinho descrevia a vida como eterna e amorosa comunhão: «não padeceras aí limites nem estreiteza ao possuir tudo; terás tudo e teu irmão terá tudo também, porque vós, tu e ele, os convertereis em um só, e este único todo também terá a Aquele que os possua a ambos».

Nós, longe de duvidar das Escrituras e do poder misericordioso de Deus, aderimos com a mente e o coração a essa verdade esperançosa, gozamos de não ficar frustrados na nossa sede de vida, plena e eterna, a qual é confirmada no mesmo Deus, em sua glória e felicidade. Diante deste convite divino, fica-nos fomentar as nossas ânsias de ver a Deus, o nosso desejo de estar para sempre reinando junto a Ele.
Pbro. D. Federico Elías ALCAMÁN Riffo 
(Puchuncaví - Valparaíso, Chile)
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DEUS DOS VIVOS Mc 12,18-27
HOMILIA

Como sempre, mais uma vez os inimigos e perseguidores de Jesus se aproximam de forma irônica, provavelmente para chacotear os fariseus e lhe armam uma cilada. Desta vez são alguns saduceus. Um dos pontos positivos deste grupo é a crença na ressurreição dos mortos. E então chegando à frente de Jesus lhe perguntam: no dia da ressurreição, quando todos os mortos tornarem a viver, de qual dos sete a mulher vai ser esposa? Pois todos eles casaram com ela!

Jesus, entretanto, leva a sério a pergunta. Jesus foi buscar a resposta no Pentateuco, aceito sem discussão por fariseus e saduceus. E a tira da boca de Deus em diálogo com o maior e mais considerado homem da história dos judeus, Moisés, no episódio da sarça ardente, exatamente o momento em que começa toda a história da libertação dos hebreus e o nascimento deles como povo, povo escolhido por Deus: “Eu sou o Deus de Abrãao, de Isaac e de Jacó” (Cf. Ex 3,6). Deus não diz “Eu fui o Deus de Abraão”, mas “eu sou”. O que significa que Abraão, Isaac e Jacó estão vivos e continuam a adorar a Deus.

O alcance do argumento de Jesus era bem mais amplo do que aquele contexto de ressurreição para os fariseus que acreditavam que a ressurreição fosse um prolongamento da vida presente, uma espécie de plenitude dos prazeres terrenos.

Para Jesus, quem morre entra na vida eterna, na contemplação da vida divina. O mundo futuro não consiste na continuação da vida atual do corpo, por isso não precisam de casamento. Jesus, porém, não esclarece que tipo de corpo teremos, mas apenas afirma que seremos iguais aos anjos, e faremos uma comunhão com Deus, ou seja, viveremos a vida do próprio Deus. O mistério da ressurreição foi explicitado por Jesus, sobretudo com sua própria Ressurreição. A partir da Páscoa, os Apóstolos passaram a chamarem-se testemunhas da Ressurreição e dela fizeram o centro de toda a pregação e o fundamento da fé cristã.

Assim, Jesus ressuscitou dos mortos. Jesus distingue entre os dois tempos: o presente, na carne, que é marcado pelo ter, pelo possuir e pelo poder. Neste tempo tudo é transitório, marcado por inúmeras separações, a mais sentida delas que é a morte. O outro tempo vem marcado pelo dar-se e dar a vida: Deus dá a vida, uma vida que não conhecerá mais a morte; Deus dá-se a si mesmo, fazendo com quem se revestiu da eternidade uma só comunhão, embora conservando nós nossa identidade de criaturas, que Jesus chama de filhos de Deus, iguais aos anjos. Iguais aos anjos, porque a vida que recebemos através da geração carnal, como pensavam os fariseus e ensinavam ao povo, mas mediante a graça da ressurreição na Ressurreição do Cristo. É participando da Ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo que participaremos do mistério de sua filiação divina.

Se a ressurreição consiste em estar sempre com o Senhor, o viver neste mundo exclusivamente para o Senhor e com o Senhor já tem o gosto da eternidade. A certeza da Ressurreição não deve ser apenas, uma realidade que esperamos; mas deve ser uma realidade que influência, desde já, a nossa existência terrena. É o horizonte da Ressurreição que deve influenciar as nossas atitudes; é a certeza da ressurreição que nos dá a coragem de enfrentar as forças da morte que dominam o mundo, do ter, do ser, do poder indiscriminado, de forma que o novo céu e a nova terra que nos esperam comecem a desenhar-se desde já.

Viemos de Deus da Vida, e com a morte, voltamos para Ele. A morte é o encontro maravilhoso com os amigos e parentes, na visão beatífica do Pai. Para este encontro queremos nos preparar na companhia do nosso melhor amigo, Jesus, o Caminho, a Verdade e a Vida. Demos graças a Deus pelo dom da vida e a garantia da ressurreição em Cristo Jesus!

Pai, tu és o Senhor da vida e me conduzes para a vida eterna junto de ti. Aumenta a minha fé na vida que nunca mais terá fim, pois vós não me criastes para a morte, mas sim à comunhão contigo.
Fonte http://homilia.cancaonova.com/

sábado, 3 de junho de 2017

Aliada do vice-presidente da FPF chama imagem de Nossa Senhora de "neguinha macumbeira"

 Aliada do vice-presidente da FPF chama imagem de Nossa Senhora de "neguinha macumbeira"
Durante tumulto nessa quinta-feira, aliada do vice-presidente Nosman Barreiro arrancou imagem de Nossa Senhora Aparecida da mesa da presidência e a chamou de "neguinha macumbeira"
Foto: Cisco Nobre/GloboEsporte.com
Invasão à FPF tem flagrante de racismo e intolerância religiosa

Os tumultos ocorridos nessa quinta-feira, na sede da Federação Paraibana de Futebol (FPF), não envolveram apenas a tentativa do vice-presidente Nosman Barreiro de assumir o comando da entidade no lugar do presidente Amadeu Rodrigues, que estava na França a serviço da CBF. Nem somente as trocas de farpas e as discussões ásperas entre aliados dos dois dirigentes. Nem só a intervenção da Polícia Militar, que levou os envolvidos para o Ministério Público da Paraíba. Toda a balbúrdia política parece não ter bastado aos envolvidos. Um episódio de intolerância religiosa e de racismo foi mais um grave incidente neste cenário caótico que empobrece o futebol paraibano. A ponto de um dos principais símbolos do catolicismo brasileiro ter sido chamado de "neguinha macumbeira".

Nosman Barreiro, seus advogados e aliados já haviam entrado na sede da FPF e chamado um chaveiro para abrir as portas da sala presidencial, já que os advogados e aliados de Amadeu Rodrigues se recusaram a lhes entregar as chaves que dariam acesso a todos os espaços do prédio. E Nosman, já se intitulando presidente, estava sentado à principal mesa da Federação, se preparando para fazer o seu primeiro pronunciamento como pretenso dirigente máximo da entidade. Foi quando um ato aparentemente criminoso roubou a cena por alguns instantes.

Confusão nessa quinta-feira foi generalizada 
(Foto: Cisco Nobre/GloboEsporte.com)

O episódio foi praticado por uma aliada de Nosman Barreiro. Há desencontro de informações sobre ela ser secretária ou irmã do vice-presidente - ou as duas coisas. Fato é que o tempo todo, durante o tumulto, ela esteve apoiando o ato do dirigente e, por vezes, o orientando sobre o que ele devia dizer à imprensa.

Nosman estava sentado à mesa de presidente da FPF, onde já havia identificado a imagem de Nossa Senhora Aparecida, considerada pelos católicos como a padroeira do Brasil, santa da qual o presidente Amadeu Rodrigues é devoto. Antes que Nosman iniciasse o seu pronunciamento, a sua aliada fez questão de retirar a imagem, que estava presa à mesa com fita adesiva. Nosman, aparentemente, até tentou impedi-la. Mas não conseguiu. E enquanto ela se desvencilhava do símbolo religioso, deixava claro, falando em voz alta, que não queria que a santa aparecesse ao lado de Nosman em seus primeiros instantes como suposto presidente.

- Vamos tirar ela daqui. Porque... ela aqui não. Não, deixa ela aqui atrás. A gente só adora uma coisa: Deus. Deixa ela aqui - alardeava a mulher, em tom agressivo, enquanto levava a santa para um dos sofás do recinto.

Logo após alojar a imagem no canto de um dos sofás, aos olhos de dirigentes, advogados e profissionais da imprensa, a aliada de Nosman ainda se propôs a um último ajuste na "acomodação" da santa. A mulher tratou de colocar o símbolo religioso de costas para os presentes.
Santa foi colocada de costas para a mesa da presidência 
(Foto: Cisco Nobre/GloboEsporte.com)

Ainda em meio a alguns comentários rápidos sobre o embate político que era travado naquela sala, a mulher vociferou as últimas palavras da sua manifestação de intolerância religiosa e racismo:

- Tá repreendido. Botaram a neguinha macumbeira pra cá - finalizou.

Feito isso, Nosman fez o seu pronunciamento na condição de presidente, cargo que ele se autodeclara assumir desde então. Falou das providências que pretende tomar à frente da FPF, o tempo todo ladeado pela mulher, sua aliada e declarada opositora de Nossa Senhora Aparecida.
Nosman Barreiro encara a santa pouco antes de ela ser arrancada da mesa 
(Foto: Cisco Nobre/GloboEsporte.com)

Uma vez terminada a fala de Nosman e já passada, inclusive, a declaração do diretor jurídico da FPF, Marcos Souto Maior Filho - que, por procuração, é o atual presidente da entidade - a mulher voltou à tona. Resgatou a imagem da santa no canto do sofá. Recolocou-a na mesa presidencial. Deixou a principal sala da Federação. E, no fim das contas, o símbolo religioso seguiu em sua espécie de "altar improvisado".
Cadu Vieira, João Pessoa - GloboEsporte.com

HOJE TEM A VIGÍLIA DE PENTECOSTES. ORG: COMUNIDADE BOA NOVA.


HOJE TEM A VIGÍLIA DE PENTECOSTES. ORG: COMUNIDADE BOA NOVA.

Todos ficaram cheios do Espírito Santo” (Atos 2)
O Senhor quer que a chama do Seu Espírito seja reavivada dentro de cada um de nós para que utilizemos dos dons d’Ele. Jesus nos disse: “João batizou com água; vós, porém, dentro de poucos dias sereis batizados com o Espírito Santo” (At 1,5). Em outras palavras: “Vós sereis mergulhados, encharcados no Espírito Santo”.

LANCHE PARTILHADO E ENCERRANDO COM CAFÉ COMUNITÁRIO